Terça-feira, 24 de Março de 2009

Mais algumas fotos

 

 

 

 

 

Publicado por surfpoint às 15:45
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Fotos de kitesurf

Vamos agora aproveitar para mostrar algumas fotos de kitesurf.

 

 

 

 

Publicado por surfpoint às 15:42
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Sexta-feira, 20 de Março de 2009

Tipos de pranchas

Direcionais

São semelhantes às pranchas de surf, podendo ter acabamento em resina epoxi e miolo em bloco de isopor ou esferovite (mais resistentes) ou em resina poliester e miolo em bloco de poliuretano. Possuem duas ou três alças para os pés e quilhas iguais às de surf.

  • Vantagens: Em tamanho grande, possuem maior flutuação, o que facilita o uso em ventos mais fracos. Principalmente para orçar. São melhores para surfar as ondas. Como possuem nariz e rabeta com quilhas, são as melhores para saltos bem altos.
  • Desvantagens: Em ventos mais fortes, as maiores são mais difíceis de se cravar a borda na água para orçar. É preciso saber fazer o jibe.

Bidirecionais

São pranchas com acabamento em resina epoxi e miolo em bloco de isopor (mais resistentes) ou em resina poliester e miolo em bloco de poliuretano. Normalmente têm 2 alças, mas podem ser usadas com botas de wakeboard ou sandálias. Elas não têm frente ou traseira. Ambos os lados são iguais. Possuem quilhas menores do que as direcionais.

  • Vantagens: Não precisa fazer o jibe. São mais ágeis para se mudar de direção.
  • Desvantagens: Em ventos mais fortes, as maiores são mais difíceis de se cravar a borda para orçar. Em ventos fracos são um pouco mais difíceis de orçar.

Wakeboards

São pranchas com pouquíssima flutuação e quilhas pequenas. Podem ter botas (mais usado) ou sandálias. Geralmente são feitas com um sanduiche de resina e fibra (de vidro ou carbono), mas podem ser de madeira também. As de fibra podem possuir miolo de espuma rígida, honeycomb ou madeira balsa (as mais atuais).

  • Vantagens: Por serem leves e pequenas sua aerodinâmica facilita os saltos e giros. Não é preciso se fazer o jibe. Em ventos fortes são boas para orçar, pois cravam bem a borda na água. São muito resistentes.
  • Desvantagens: Por quase não flutuarem, precisam de ventos mais fortes. Em ventos fracos, são mais difíceis de orçar. Não são ideais para surfar as ondas. No caso de ventos rajados e fracos, quando o kite cai na água o praticante não pode usar os pés para nadar (se estiver usando botas). Com botas também é difícil de entrar na água sozinho e em lugares sem praia (com pedras e correnteza).

 

Publicado por surfpoint às 14:12
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Material - kites

 

Kites Infláveis
São os mais utilizados. Possuem apenas uma superfície de tecido, talas infláveis que lhes mantém o perfil aerodinâmico estável, e um inflável principal que mantém o formato em arco, tornando-os insubmersíveis e fáceis de redecolar.
  • Vantagens: Têm boa capacidade de orça. São bastante estáveis e possuem muita potência para saltar e manter o tempo de vôo. Permitem que sejam usados em amplas faixas de vento (modelos 4 linhas). Podem ficar longos periodos na água continuando aptos a redecolar.
  • Desvantagens: As talas infláveis são frágeis, podendo furar ou estourar se não usados adequadamente.
Os kites infláveis são hoje sub-classificados em:
Kites "C" - possuem a forma clássica de um "C" e estão no mercaodo desde 2001. Embora tenham uma faixa de aceleração / desaceleração menor que a dos novos shapes desenvolvidos a patir de 2005 ainda são os preferidos dos atletas na competições.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Kites "flat" ou "bow" - possuem uma forma mais parecida com uma unha, ou seja, mais achatada. Basculam mais que os clássicos "C" e com isso são capazes de ampliar/diminuir sua área vélica em proporções maiores, aumentando ou reduzindo a potência mais facilmente. Foram introduzidos no mercado em 2005 e desde então têm conquistado um grande número de adeptos, principalmente no nível básico e intermediário de habilidades.
 
 
 
Obs: Já existem no mercado kites com forma híbrida entre o "C" e o "flat", que buscam obter o melhor de ambos.O kite "C" é mais difícil de redecolar ao cair na água.
 
 
Kites tipo Foils
 
Assemelham-se a um parapente. Possuem duas camadas de tecido (superfície superior e inferior) e é dividido por várias células, que se enchem de ar (pelo vento, através de válvulas frontais) e formam seu perfil. Possuem um complexo sistema de cabresto.
  • Vantagens: Têm boa tração. Alguns modelos são montados rapidamente. Geralmente são mais resistentes a impactos, mas também podem estourar, rasgando o tecido. São facilmente redecoláveis.
  • Desvantagens: Se ficam alguns minutos na água, enchem de água e dificilmente redecolam. As muitas linhas do cabresto podem se enrolar, principalmente em mãos inexperientes. Dependendo do modelo demoram muito tempo para desinflar e guardar. Se for mal regulado ou ocorrer uma pequena desregulagem no cabresto, o kite perde o perfil e o vôo fica horrível.

 

 

 
 
 
Kites tipo Arch (híbridos)
 
São um híbrido entre os infláveis e os foils. Têm duas camadas de tecido, semelhante ao foil e não possuem infláveis. Usam o sistema de perfil de dupla superfície junto com o formato frontal em arco, eliminando a necessidade das mil linhas do cabresto.
  • Vantagens: São menos frágeis. Não têm cabresto. São muito estáveis.
  • Desvantagens: Se enche de água se ficar alguns minutos na água. Não é tão fácil de redecolar como os foils. Têm mais facilidade de redecolar ao contrário (lado de baixo para cima). Não têm a manobrabilidade e velocidade dos infláveis para explosão de saltos e vôo.

 

 

Kites tipo Framed
 
Em conceito, são semelhantes às pipas de brinquedo, pois possuem apenas uma camada de tecido e armação em fibra (geralmente de carbono).
  • Vantagens: São baratas e tracionam bem, mas menos que um foil.
  • Desvantagens: Não são redecoláveis, podendo até afundar. As armações podem se quebrar ou gerar graves lesões com o impacto de quedas.
 
 
Publicado por surfpoint às 13:56
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História do kitesurf

 

O Kitesurf, Kiteboarding ou mesmo Flysurf é um desporto aquático que utiliza uma pipa (também conhecida como papagaio) e uma prancha com uma estrutura de suporte para os pés. A pessoa, com a pipa presa à cintura, coloca-se em cima da prancha e, sobre a água, é impulsionada pelo vento que atinge pipa. Ao controlá-lo, através de uma barra, consegue-se escolher o trajecto e realizar saltos incríveis. Este desporto, relativamente recente, encontra-se de momento com grande popularidade e uma prática crescente no Brasil, em Portugal e no Mundo.

O Kitesurf foi inventado em 1985 por dois irmãos franceses: Bruno e Dominique Legaignoux mas apenas atingiu alguma popularidade a meio da década de 1990.
O nome resulta da junção de duas palavras inglesas: Kite, que significa pipa (papagaio em Portugal) e Surf, do verbo inglês to surf, que significa navegar.

 

Publicado por surfpoint às 13:49
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